Sobre

Bruno Oliveira nasceu no interior do estado do Paraná, em 1984. Desde o mesmo ano vive em Curitiba, onde graduou-se em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), em 2005. Cursa especialização em Estética e Filosofia da Arte, também pela UFPR.

Além da fotografia, atua em diversas áreas das artes visuais, como design, ilustração e audiovisual. Já trabalhou em agências de webdesign, em televisão e produtoras de vídeo. Atualmente presta serviços como freelancer.

Começou a fotografar em 2002, quando entrou na universidade. Sua produção autoral é majoritariamente documental, entretanto, profissionalmente, atua em outros ramos, como fotojornalismo e publicidade.

Seu primeiro documentário autoral, “Cidade e o Indivíduo”, foi produzido em 2004 e versa sobre a relação entre os cidadãos e os espaços da cidade.

 

Em 2005, produziu “Horas Vagas”, um vídeo documentário feito com animação de fotografias e entrevistas. O tema de “Horas Vagas” a percepção do espaço e do tempo que as pessoas têm durante os momentos de espera na Rodoferroviária de Curitiba.

Em 2006, realiza seu primeiro serviço como fotojornalista, acompanhando a comitiva do então secretário de estado de Ciência, Tecnologia e ensino Superior do Paraná, Aldair Rizzi, que visitava as instituições estaduais de ensino superior.

A partir de 2007 passa a dedicar-se mais a fotografia, tornando-se profissional freelancer em tempo integral. Realiza serviços para clientes como o 25ª Festival de Dança de Joinville, fotografando para o vídeo comercial do festival feito em computação gráfica. Presta serviços para diversas assessorias de imprensa de Curitiba, produz making ofs de shows e gravações de artistas e bandas curitibanas, além de documentar o trabalho dos artistas no projeto artístico “Curitiba Intervenção Urbana”, produzido pela paulistana Base 7.

 

Ainda em 2007 volta à produção autoral com “Riachuelo: Cidade Baixa”, documentário sobre a rua Riachuelo, uma região que foi uma das principais de Curitiba e hoje está à margem da cidade. No começo de 2008 realizou “Uma noite de Fandango”, um pequeno documentário o Fandango na ilha de Superagüi –PR.

Atualmente está produzindo um ensaio contrapondo a visão oficial sobre a cidade, a qual mostra Curitiba como um leque de cartões postais. O projeto tem nome provisório de “Curitiba Sureal”.